segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Renascer




Não me falaram que o coração ficaria oco
as palavras vagas, vazias.
Que um dia em cinzas me tornaria
que a flor derramaria as pétalas
que a seca tomaria o rio.
Tristeza ,
a mim você nao cabe..
quando vem
chega feita de tanta intensidade
que me desestrutura
me rasga, dilacera.
Mas sou mais forte, derrubo-te.
Nossas energias entram em choque.
Não sei te ter.
De mim não faz parte.
Sou sol raiando depois da chuva
sou lua indo embora depois da noite.
Aurora do dia.
Minhas cinzas são adubo pra um novo ser.
Fortaleço.
Recupero.
Minha vivência pedi luz.
Sou feita de alegria.
Engulo amor.
Vomito ódio.
Estou pronta.
Recomeço.


Polliana Veras

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Homem dos meus sonhos.



Me pegaste.
Agora encontro-me camuflada de folhas secas deste pomar vasto.
Entrelaçada com os seus braços
desenhados de carne dura.
Meus cabelos confundem-se com o enlaçamento atônito das tuas mãos.
Vejo-me perdida de estupor
e ao mesmo tempo afoita
por acreditar que aquela magia findaria.
Decido quebrar as grades da razão
e deixo confundir-me com o envolvimento
que faz sua respiração incessante.
Por mais que me aprofundes
ainda parece muito distante
do quão te quero perto, dentro.
Meu suor envolvido com o seu
faz grudar as folhas em nossas peles
fatigadas de esforços sublimes.
E o que mais desejo
é fixar minhas raízes em seu corpo
gerando um só ser
naquele palco de energias libidinais.
Por um momento cheguei a pensar
que desapareceria para sempre em suas profundezas.
Tua boca parece fruto de alguma daquelas árvores.
Tua barriga de tão esculpida
parece obra Vinciana.
Transbordas desejo de domínio neste olhar feito de malícia.
Um formigamento começa nos meus pés
percorrendo com indolência meu ser vivo
e incessantemente abstinado de ti.
E dança por um longo caminho.
Nervo a nervo.
Até provocar-me um curto de energia interna
profundamente divina
que qualquer tentativa de descrição
diminuiria sua magnitude.
Despertando-me.
Restando apenas a espera de mais um incessante dia
para encontrar-lhe novamente
no mundo dos meus sonhos.


Polliana Veras

domingo, 8 de novembro de 2009

Lunar



Encontro-me numa dimensão superior transcedental
energias diversas percorrem sobre meu corpo irradiado de felicidade.
Deparo-me diante a lua reluzente sobre meu ser vibrante.
Encaro-a penetrantemente sobre sua luz enérgica
que entra em fusão com meu corpo transbordante de emoções puras.
A dança de luz do trajeto de sensações que bailam no meu eu
transborda e entra em contato com a irradiação lunar.
Não possuo controle sobre o percurso dessas sensações
e as deixo percorrerem livremente a caminho do encontro cósmico
entre o satélite e o mais puro nível do meu ser.
A pureza desse movimento
tem o poder de desprender meu âmago de sentimento puro
e elevar até o seu ser materialmente distante.
Essa mesma força que me desprende
me confirma o transporte de vibração levado a você.
Reafirma a magnitude da nossa sintonia. Desregulada.


Polliana Veras

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Mistério do Planeta


Enviado chamando, enviado chamando!
Tenho muito a dizer sobre a Terra.
Sem paz ela prossegue, de praxe.
Ainda há fome e violência.
Da desigualdade e miséria
não há palavras para descrição.
Destruição do planeta, devastação ambiental.
Gases poluentes multiplicam-se.
Governantes ensinados a enganar.
Ah, meus conterrâneos...
ainda são donos de muita mesmice!
Porém meus caros, informo-lhe o maior causador do meu espanto.
A nossa maior esperança para tornar esse planeta em fênix
Tem exalado-se de forma descontrolada.
Os jovens com ânsia de mudar são poucos.
Encontram-se presos as novidades globalizadas.
Perderam o dom de pensar.
Não buscam seus direitos.
Acomodaram-se.
Logo eles,
netos dos que lutaram pela liberdade de expressão
filhos dos que buscaram a democracia.
Eles assistiram impecheamts!
Eles meus caros
que nasceram numa época livre
Hoje encontram-se enclausurados
Presos numa era mecânica, robótica.
Sem sede de livros.
Onde tudo é virtual, fictício.
Os Novos Baianos já não existem meus amigos!
De Moraes Moreira já nem se falam.
Vida imaginária.
Já não possuem contato íntimo com a natureza.
Vejam! Eles não a sentem!
Escutem o que eles ouvem...
Eles já não sentem sons
nem ouvem cores
não lêem toques.
Nem digo o que fizeram com o amor...
Até o amor virou capitalista!
Vendem amor.
O amor interessa-se pelo poder.
Pelo prazer, pelo dinheiro.
E quando o sentem de fato, são egoístas
querem só pra si
O torna obsessivo
Limitaram o amor a simples sentimento de posse.
Já não sabem o que é amor real.
Existem muitos que desistem da vida.
Dirigem com álcool no sangue
ou inalam coisas brancas, tóxicas.
Sim, muitos deles não aguentam
e se matam aos poucos.
Mas ainda existe,
alguns raros é verdade,
aqueles que enxergam o mundo com poesia.
Que lutam. Por mudança.
Mesmo que seja dentro de si.
Perceberam que a mudança de um todo
só é possível com a transformação interna das unidades.
Residem em um universo paralelo.
Aqui mesmo na Terra.
Mas que é envolto por uma fina camada de pureza que os separam dos outros.
Ah...
Esses jovens foram crianças cristais.
São jovens energizados de positividade
que tem a tendência natural de unirem-se.
Eles possuem imãs internos
e se juntam, andam em bando.
Sempre julgados por suas vestes confortáveis.
Sempre estigmatizados por fazerem uso de uma planta medicinal.
Mas sempre com a cabeça livre.
Aberta pro mundo.
Pra sentir o mundo.
Sentir o real.A liberdade.
Seus princípios são outros.
E vos falo meus conterrâneos,
esses jovens não tem limitações de idade.
Depois que estipulam seu verdadeiro eu diferenciado
possuem o poder de manter-se eternamente jovens.
Já sinto a vibração de uma nova era.
Sinto que é hora da vinda dos meus para esse universo.
Vamos, venham!Já é hora.
Juntamo-nos a eles
e faremos uma revolução interior nos terraqueos.
Vem, é chegada a hora.
Desce e trás o vinil dos baianos.
Meu ouvido está elétrico.

Polliana Veras

Desintalando.



Ás vezes uma relação não termina por falta de sentimento, e sim para preservar a felicidade das lembranças. É hipocrisia dizer que não deu certo. Claro que deu. Foram anos, meses, divisão de vida, aprendizagem de gostos, paciência com defeitos, juras eternas, entrega interior máxima, mesmo com um ponto final. Odeio a palavra fim. Ela poderia ser substituída por recomeço, afinal todo fim é um novo começo. Podemos não ter mais quem queríamos mas pelo menos temos a pessoa em memória. Descobrir a insuportável e delicada memória que não teve um fim, mas um final não muito feliz. Ainda que a dor arrebente, ainda é melhor assim...o fim é uma palavra com um poder de definição muito grande, odeio limitações. Estamos abertos a vontade da vida então não podemos defini-la com tanta certeza. Não sabemos de nada. Somos fantoches do acaso, brinquedos do tempo. Tempo... Deus da mudança ... Não me inquieto quando não recebo as respostas das perguntas que não fiz. Eu me conformei em reservar alguma coisa do que não sei para saber depois. Um pouco desse amor foi acomodado pelo " Deus da mudança", será póstumo. É recomendável não descobrir todos os segredos. Até porque eles podem ser a resposta da angústia do agora ... o passado sempre é resposta do presente do futuro. O mal do ser humano é a pressa. Não digo nem que ela é a inimiga da perfeição, mas inimiga da verdade real pois a pressa adianta um acontecimento que não deveria estar sendo fato naquele instante, e acontece sem durabilidade. Essa é a real diferença do amor e da paixão. A paixão é avassaladora, é substituível, é largar tudo e ir em frente, é palhaço em boca de leão, é esquecer as regras dos horários, esquecer da vida real, do emprego, da casa, dos vícios. O amor não, amor foge da compreensão humana. Amor é tocar no intocável. É curar um defeito sem saber sua existência. É ter a paciência e virtude da espera, o amor real é único, camufla-se, encobre-se, é enganado por outras paixões vividas, mas ás vezes até sem saber permanece intacto. Amor é vírus, depois do contágio estará em seu sangue por toda a vida, até que você morra, ou morra por ele. O amor coloca sua vida em bandeja para o outro. Mas para confiarmos nossa vida a uma outra pessoa precisamos primeiro saber o que foi nossa vida, o que é ,o que será, o que se espera dela. Não tem como ser dois em um só sem saber quem és por inteiro. Não permitas que alguém te conheça se você ainda não se conhece. Amor é livro. Composto de capítulos. Se quiser o amor real leia sua história, depois a complemente com outra. E se esse sapo não virar príncipe, tira ele da história.


Polliana Veras

sábado, 31 de outubro de 2009

Cogumela de Zebú

Irradias em mim a paz mais insólita.
Que poder é esse que possues menina?
Como consegues roubar meus pensamentos antes mesmo que cheguem a mim?
A vibração que possuis é tão intensa e forte
que tem um domínio abissal no meu ser.
Fazendo-me vibrar na mesma frequência que a sua.
Que sintonia é essa que ultrapassa distâncias
prolonga por tempos
e a cada instante faz-se mais concreta?
Ai menina que saudades já tenho de ti...
A ausência da tua matéria
só será mais um fator
que comprovará a magnitude
da nossa energia de ligação.
Sem físico, só alma.
Só percepção.
Telepatia.
Só a nossa digna e eterna
vibração.


Polliana Veras


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Maria-Mulher


Onde andas teu poder melífluo de mulher?
Mãos de pétalas
Pele de cetim
Cadê tua teogonia interna Maria ?
Pra quê vestes tão curtas?
Por quê expôr teus bens preciosos a quem te falta amor?
Onde andas tuas palavras de poesia
tua voz de doçura
teu toque sutil Maria?
Deixaste corromper pela utopia estética
Pela luxúria capital
Pelo poder da mídia.
Mal sabes quem és.
O que te faz?
O que preenche-te?
Dilaceraram tuas purezas
Roubaram sua força guerreira de auto-sufiência.
Hoje até nome de fruta ganhas por suas curvas Maria!
És bela por que és.
Tua existência é única e sublime.
Recupera-te minha cara
Maria-Mulher.
Mudada.
Moldada.
Maldada
Mal - dada.


Polliana Veras

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Passos


Sinto em voce uma idéia fósmea
o abissal do teu interno
causa-me estupor justamente por não saber de certo quem és.
Porém consegues ser dono
de uma energia atônita e intrigante
no meu caso, de dificil descrição.
Tens brilho reluzente no olhar quando fala do que te agrada.
Em somas não dão se quer uma hora de proza
Bastante suficiente
Para passar nos filtros das minhas percepções
e mostrar-me que
por dentro desta capa encantadora de beleza
Possuis uma internalidade mesclado de icognita
que ganha destaque perante a superficialidade dos comuns.
Polliana Veras

sábado, 24 de outubro de 2009

Ganho superficial




Se aceitares me ter por engano aqui estou
Digo-te um sim e satisfaço minha vontade temporária
Ora ora meu rapaz
não tens ao menos a capacidade de saber a real vontade de uma mulher?
Me bajulas com palavras torpes
Presenteia-me com prendas falsas
e achas que me ganha desta forma?
Com conquistas projetadas?
Não meu rapaz
Para conquistar-me a fundo
precisas de poesia na áurea
precisas de leveza na alma
toque sutil
voz cantarolada
luz nos olhos
vaidade camuflada
abraço de nó
Não me venha com flores ou matérias
quero o abstrato
quero que prove-me a sua capacidade
de me fazer sentir apenas com palavras
E assim me ganhará de forma mais inteira
crédula e dominante.
De outra forma não.
Deixarei pensares que és o maior
Farei as minhas vontades supondo ser a sua
E depois partirei
em busca da verdadeira entrega interior
composta de essências e verdades.

Polliana Veras

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Fragmentos de uma carta não enviada


Alguém dentro de mim mente pra me proteger.
Diz que o teu silêncio é prevenção do teu desprezo
Que tua ausência é catalisador de um amor que não morreu.
Que tua fome de vida
veio no momento em que tive de me distanciar
para não presenciar tuas próximas paixões
e inúmeras maneiras de estar completo sem mim.
Porém não pretendo te esquecer.
Prefiro te ter em lembranças
do que não te ter de jeito algum.
Amor não é vivência em prática.
Sofro por sua falta
não porque te amo.
Esperanças da tua presença não mais me iludem.
Mas um dia o fardo de uma história não vivida
atordoará nosso futuro indecifrável.

Polliana Veras

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Amoetar


Estamos abertos a imaginação do acaso.
O futuro raramente é o plano do passado.
Talvez tenhas entrado na minha vida
apenas para mostrar-me
o prazer de dissolver em forma a minha essência.
O mundo de sentimentos que ficou da nossa história
já não cabe em mim.
Ela extrapola os limites da razão
principalmente do coração.
Minha matéria ja não é suficiente
torna-se pequeno para o que sinto.
Preciso externalizar em palavras.
As letras são larvas de vulcão
que explodem de um corpo fervoroso e impulsivo.
Não consigo contê-las.
É uma forma de dividir com os papéis
uma sobrecarga de amor.
Nado num mar de celulose.
Sinto-me incapaz.
Já nao possuo poder sobre minhas mãos.
A letras tomaram conta do que sinto.
Intensificaram o inevitável.
Não adianta deletar o insubstituível.
Prefiro as lembranças acompanhadas da inspiração
ao vazio interno seco e sem poesia.

Polliana Veras

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Surpresas


Ás vezes me pego sozinha.
Contando átomos ao vento.
Jogando um passado bom
em um humor meio abalado.
A recordação quando é viva
tem o poder de resgatar sensações.
Lembranças sem desejos
são apenas memórias.
O bom de guardar o que passou
é a esperança de reviver o que talvez não se cumpriu.
Estar presente no presente
adianta o futuro de um passado incompleto.
Não se deve viver de nostalgia.
Mas se o que ficou pra trás
ainda te desperta surpresas sensitivas.
É sinal que o passado não passou.
Tudo que te mexe é vivo.
E tudo que é vivo, ainda pode acontecer.
Polliana Veras

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Mestre Gato


Não me acanho quando deparo-me a julgamentos moralistas baixos.
Orgulho-me de expor as minhas vontades e ideologias utópicas
Quero mais que se afoguem em seus preconceitos
ditados por um meio social mesquinho.
Sou deste lado de cá.
Pulei o muro.
Sou do contra.
Do lado da vida.
De quem enxerga pela essência.
Olho de dentro pra fora.
O externo é somente sua capa.
Pele de camaleão.
Sou do bloco da permissão
Dos medrosos da passagem do tempo
Dos que preferem acordar depois do sol se pôr
e dormir quando ele voltar.
Dos adeptos ao amor livre
que amam por qualquer circunstância
mesmo que esse amor dure apenas dois ou três segundos.
Sou fiel ao julgamento do meu eu.
Curada das influências supérfluas.
Dona da minha história.
Contemporrânea do futuro.
Rainha da cumplicidade noturna.
Amiga da boemia.
Respeito a mim, a quem me ronda e a quem merece.
Por fidelidade a mim, apenas peço
que deixe-me aqui no meu mundo paralelo irreal.
Causar mal a quem julga nunca será ato meu.
Apenas preciso de espaço
para exercer a tão fácil missão de ser sem filtros.
Porém permita-me mostrar
a liberdade incondicional do lado de cá.
Prefere ser continuação do que já existe
ou fruto real da sua unidade genética?
Escolha.
Mas seja fiel ao que te faz feliz.
Polliana Veras

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Liberte-se


O passado é imortal.
O corpo anota tudo o que foi dito pela vida.
A experiência faz ficarmos mais atentos
porém mais calculistas e gélidos
A delicadeza torna-se ironia.
A imaginação em sarcasmo.
Saber me atrasa.
Prefiro encontrar-me desinformado eternamente
a transformar o passado em comportamento de defesa extintiva.
Suposições do que não existiu
congela qualquer sentimento ainda em formação.
Entregar-se ao livre arbítrio do destino
torna a surpresa da vivência mais excitante.
Fortalece a ação de despejo do que não mais serve
Livrar-se dos atrasos
Do que atrasa
De quem te atrasa.
Viver o súbito acaso permitindo-se sempre ao (re)começo
Coração sem direção,sem descompasso.
Liberta-te do que já não existe.
O que estar por vim
tem o poder de abrir o casulo para o mundo das incertezas.


Polliana Veras

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Pensar


A rotina nos faz esquecer a beleza extraordinária de existir. Ao longo dos tempos, do nosso crescimento biológico e intelectual, juntamos quantidades enormes de informações superficiais e esquecemos as principais indagações até então nunca respondidas : De onde vim?Por quê vivo?Pra onde vou?. A vida é um fenômeno de tanta magnitude que preferimos passar por cima desses questionamentos (aparentemente simples) a buscar as respostas que necessitam de um pensamento mais focal e complexo. A humanidade não procura saber o por quê da sua origem, não se interroga, prefere camuflar-se por baixo de uma vida pronta, regrada, ditada. Estagnando o pensamento e deixando a vida ser levada pelas estipulações de um sistema econômico falido e egoísta. Viver, deixou de ser um milagre para tornar-se mecânico, pelo simples fato do medo e preguiça de entranhar as razões do pensar. Os humanos já não vivem, eles acomodam-se com o pequeno e mínimo prazer de somente existir. Isso gera uma gama de consequências maiores do quê as que sugerem os livros de auto-ajuda baratos.
Você já nasce com todas as fases regradas : nascer, andar, falar, estudar, trabalhar, casar, reproduzir e morrer. Mal saimos do ventre materno e já temos um pré-molde demrcado. São fases precisas e inevitáveis, porém, tornam-se problemáticas a partir do momento que sua vivência não ultrapassa nenhum desses limites. Quando as regras sociais, morais, e padronizadas por pensamentos hipócritas ( fruto de uma ideologia camuflada mas totalmente pobre de sentimentos humanos ) tornam-se o seu modelo de vida. Com a ajuda da mídia, a qual é manipulada pelo sistema econômico ocidental, o pensamento humano é moldado igualmente a produtos industrializados. A acomodação e a facilidade de viver dessa forma, estigmatiza o novo pensamento " robôtico " da atualidade.


Polliana Veras

Polliana Veras